Para começar, é pelo fim.
Micro...
macro segundos, infindos que não cabem em toque algum que tenha sido dado.
Como passos primeiros na areia,
como gole terceiro num vinho tinto ao lado de uma lareira.
Incontroláveis redes elétricas que descarregam afluentes que alimentam todo meu corpo
que descobriu a ti,
aqui,
em mim,
diante de meus - nunca tão grandes - olhos.
E antes, era apenas o nada.
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